Agência de Notícias AhlulBayt (ABNA): Com as marchas de 22 de Bahman, os iranianos saíram nesta quarta-feira às ruas de Teerã e de outras cidades do país para comemorar a vitória da Revolução Islâmica de 1979 sobre o regime ditatorial Pahlavi, apoiado pelos EUA.
Ao concluir as marchas, os iranianos divulgaram uma declaração final, na qual enfatizam a necessidade de preservar a unidade para frustrar os planos malignos dos inimigos e alertam contra as ameaças ao Líder da Revolução Islâmica.
O povo do Irã renovou mais uma vez seu compromisso com os ideais fundamentais da Revolução Islâmica — independência, liberdade, justiça, dignidade humana, luta contra a arrogância hegemônica e soberania dos valores islâmicos autênticos — e, seguindo a linha genuína do Imam Khomeini (que descanse em paz), ressaltou a continuidade deste caminho civilizacional e a preservação da estabilidade, da segurança, da coesão nacional e do progresso do país no complexo e dinâmico contexto regional e internacional.
A nota ressalta que “o Líder do Irã (o Aiatolá Seyed Ali Khamenei) é a alma da nação iraniana”.
“Consideramos qualquer ofensa ou agressão contra a autoridade do Líder dos muçulmanos do mundo, o Aiatolá Khamenei, como um atentado contra a identidade, a dignidade e a vontade do povo iraniano, e não a toleraremos sob nenhuma circunstância”, alerta.
O texto indica que o povo consciente da República Islâmica do Irã, com uma compreensão profunda da natureza da guerra híbrida — cognitiva e midiática — do inimigo, e com a experiência direta da guerra imposta de 12 dias, enfatiza a necessidade de preservar a unidade sagrada, a coesão social, o fortalecimento do capital social e de evitar qualquer forma de divisão ou polarização.
Além disso, o texto considera a coesão nacional e o vínculo indissolúvel entre o povo e o sistema islâmico como o principal suporte do país diante de ameaças internas e externas.
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